A Revisão de Vida é um instrumento de integração do mal que levará a correção fraterna. Essa prática comunitária teve inicio no século XIX, na França, e derivou do antigo capítulo das culpas, considerado como caráter teoricamente penitencial, celebrado as vésperas da sexta-feira, era dada a liberdade de cada um confessar espontaneamente a transgressão pessoal diante da comunidade, antes das refeições. O capítulo das culpas: uma “antiga e fundamental instituição monástica que remonta ao século VIII, e que se estendeu por quase todos os institutos religiosos.
Tal método se desenvolve na reflexão crítica feita sobre um acontecimento, um fato de vida da comunidade, avaliando à luz da Palavra de Deus e das regras do instituto e desenvolvido de acordo com o critério ou a trilogia metodológica de ver, julgar, agir.
Tudo passa por um exame de consciência comunitário sobre o estilo de viver em comunidade e de gerir os dons que Deus concedeu a cada um. Portanto, não se trata tanto de uma discussão sobre o tema proposto, mas se trata mais de uma reflexão em voz alta, exposta com muita liberdade, em um clima de confiança mútua, para enxergar além das aparências, para entender as razões profundas do que ocorreu e para desenvolver a intriga de causas que interferiram no “fato de vida”.
Muitas comunidades fizeram e fazem uso da revisão de vida e com ótimo resultado. É sem dúvida, “um instrumento privilegiado para afugentar da comunidade eventuais sombras constantes e pesados silêncios, que frequentemente apagam qualquer entusiasmo e são causa de incompreensões e de sofrimentos.
No entanto, o autor percebe que esse tipo de reflexão critica, corre o risco de favorecer discussões que não terminam nunca, e abrandar o confronto de cada um com o próprio mal diante da comunidade, sendo assim ainda que de forma um tanto elementar – na tradição do capitulo das culpas. Além disso, posteriormente não são desenvolvidas outras possíveis e proveitosas formas de integração do mal comunitário enquanto tal, como, no entanto, seria necessário hoje.
A revisão de vida em si mesma, e como a entendemos, por um lado, é mais simples e mais importante em sua correta visão de uma análise, embora trabalhosa, do mal próprio e comunitário. Eis porque, além do método ver, julgar e agir, o autor propõe uma forma de revisão de vida mais fiel ao legado histórico do passado do que a exigência do presente, e que como quer que seja o Magistério nos pede para realizarmos neste período de renovação da vida consagrada. “talvez pudéssemos dizer que o método ver, julgar, agir é especialmente indicado para assembléias extraordinárias de planejamento, como pode ser um capitulo geral ou provincial nas quais toda a atenção se dirige á decisão a ser tomada, ao passo que a metodologia da revisão de vida, é uma forma mais apropriada para a vida de cada comunidade e para seu dificultoso relacionamento com as fraquezas de seus membros.
Tal método se desenvolve na reflexão crítica feita sobre um acontecimento, um fato de vida da comunidade, avaliando à luz da Palavra de Deus e das regras do instituto e desenvolvido de acordo com o critério ou a trilogia metodológica de ver, julgar, agir.
Tudo passa por um exame de consciência comunitário sobre o estilo de viver em comunidade e de gerir os dons que Deus concedeu a cada um. Portanto, não se trata tanto de uma discussão sobre o tema proposto, mas se trata mais de uma reflexão em voz alta, exposta com muita liberdade, em um clima de confiança mútua, para enxergar além das aparências, para entender as razões profundas do que ocorreu e para desenvolver a intriga de causas que interferiram no “fato de vida”.
Muitas comunidades fizeram e fazem uso da revisão de vida e com ótimo resultado. É sem dúvida, “um instrumento privilegiado para afugentar da comunidade eventuais sombras constantes e pesados silêncios, que frequentemente apagam qualquer entusiasmo e são causa de incompreensões e de sofrimentos.
No entanto, o autor percebe que esse tipo de reflexão critica, corre o risco de favorecer discussões que não terminam nunca, e abrandar o confronto de cada um com o próprio mal diante da comunidade, sendo assim ainda que de forma um tanto elementar – na tradição do capitulo das culpas. Além disso, posteriormente não são desenvolvidas outras possíveis e proveitosas formas de integração do mal comunitário enquanto tal, como, no entanto, seria necessário hoje.
A revisão de vida em si mesma, e como a entendemos, por um lado, é mais simples e mais importante em sua correta visão de uma análise, embora trabalhosa, do mal próprio e comunitário. Eis porque, além do método ver, julgar e agir, o autor propõe uma forma de revisão de vida mais fiel ao legado histórico do passado do que a exigência do presente, e que como quer que seja o Magistério nos pede para realizarmos neste período de renovação da vida consagrada. “talvez pudéssemos dizer que o método ver, julgar, agir é especialmente indicado para assembléias extraordinárias de planejamento, como pode ser um capitulo geral ou provincial nas quais toda a atenção se dirige á decisão a ser tomada, ao passo que a metodologia da revisão de vida, é uma forma mais apropriada para a vida de cada comunidade e para seu dificultoso relacionamento com as fraquezas de seus membros.
Extraído do Livro: “Integração Comunitária do Bem e do Mal” – “...como óleo perfumado...” Amedeo Cencini