Queridos filhos e filhas, mais um ano começa com grandes expectativas, pois o que ouvimos nos quatros cantos do mundo é: “muita paz e prosperidade”. Ora! O que as pessoas querem dizer com isso! Pra dizer a verdade nem elas mesmas sabem pelo fato dessas palavras se resumirem apenas a começo do ano. Durante o ano que prossegue há um esquecimento coletivo onde os mesmos erros do ano anterior se repetem: violência, a destruição das famílias, jovens se drogando, pais de famílias alcoolizados, menores que aproveitam o estatuto para matar, crianças sendo abortados, namoros que se resumem em sexo, as seitas cada vez mais aumentando e a torre de babel cada vez mais presente dentro dos lares e da sociedade.
Entretanto, se queremos um ano de bênção precisamos ouvir um pouco mais São João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Esta declaração de João Batista serve para os tempos de hoje, isto é, precisamos tirar o pecado do mundo, pois Jesus veio para isso, ou seja, para nos libertar de todo pecado em vista da felicidade e da paz de todos. Não vamos continuar sendo cabeça dura de acreditar que a restauração da humanidade e da família vai se dá pelo controle da natalidade, pelo sexo livre, pela aprovação do casamento de homossexuais, pela “falsa liberdade da mulher”, pela distribuição da camisinha, etc... Nada disso representa progresso ou modernidade, não! Mais representa decadência da sociedade que acreditou no pecado como meio mais fácil para se atingir o progresso e a liberdade.
Nós cristãos, queremos sim que todo pecado seja banido do mundo; queremos um sistema que favoreça a vida plena; queremos que a tradição da família seja respeitada e mantida como os valores morais e éticos; queremos vê novamente jovens sonhando com um futuro de grandes realizações, seja na área profissional, espiritual e familiar. Mas tudo isso será possível quando tivermos a capacidade de desacreditar na democracia que até então tem causado guerras, mortes, divórcios, fome, desigualdade social e a destruição da dignidade humana. Não obstante, a democracia prega uma falsa liberdade que é pura libertinagem. A democracia não tem compromisso com a Palavra de Deus, isto é, com a civilização do amor, não tem compromisso com a vida plena e muito menos com a família. Um ano novo sem democracia, mas com a liberdade no Espírito Santo permitirá ao homem olhar para “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo” (Jo 1,29). João Batista teve esta visão quando viu o Espírito Santo repousar sobre Ele (Jo 1,32 = Jesus); logo todos aqueles que desejarem a liberdade no Espírito Santo também terão esta visão belíssima e, se livrarão dos pecados do mundo e andarão como novas criaturas testemunhando o que João Batista viu: “Este é o Filho de Deus” (Jo 1,34)
Todavia, é preciso fazer de um ano que começa uma grande preparação para a vinda gloriosa do Senhor tirando todo pecado do mundo e valorizando a Palavra de Deus como meio mais eficaz para atingir a verdadeira Paz e Prosperidade. Esta mesma Paz e Prosperidade que almejamos viver no céu começam aqui entre nós, isto é, a terra é o onde se começa a viver os frutos do Espírito como prenuncio do que iremos viver na eternidade.
Feliz 2008 pra você e toda a sua família. Seja neste ano um pouco de São João Batista testemunhado que é possível apontar para Jesus e dizer: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo” (Jo 1,29).
Autor: Pe. Fernando Gonçalves
Entretanto, se queremos um ano de bênção precisamos ouvir um pouco mais São João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Esta declaração de João Batista serve para os tempos de hoje, isto é, precisamos tirar o pecado do mundo, pois Jesus veio para isso, ou seja, para nos libertar de todo pecado em vista da felicidade e da paz de todos. Não vamos continuar sendo cabeça dura de acreditar que a restauração da humanidade e da família vai se dá pelo controle da natalidade, pelo sexo livre, pela aprovação do casamento de homossexuais, pela “falsa liberdade da mulher”, pela distribuição da camisinha, etc... Nada disso representa progresso ou modernidade, não! Mais representa decadência da sociedade que acreditou no pecado como meio mais fácil para se atingir o progresso e a liberdade.
Nós cristãos, queremos sim que todo pecado seja banido do mundo; queremos um sistema que favoreça a vida plena; queremos que a tradição da família seja respeitada e mantida como os valores morais e éticos; queremos vê novamente jovens sonhando com um futuro de grandes realizações, seja na área profissional, espiritual e familiar. Mas tudo isso será possível quando tivermos a capacidade de desacreditar na democracia que até então tem causado guerras, mortes, divórcios, fome, desigualdade social e a destruição da dignidade humana. Não obstante, a democracia prega uma falsa liberdade que é pura libertinagem. A democracia não tem compromisso com a Palavra de Deus, isto é, com a civilização do amor, não tem compromisso com a vida plena e muito menos com a família. Um ano novo sem democracia, mas com a liberdade no Espírito Santo permitirá ao homem olhar para “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo” (Jo 1,29). João Batista teve esta visão quando viu o Espírito Santo repousar sobre Ele (Jo 1,32 = Jesus); logo todos aqueles que desejarem a liberdade no Espírito Santo também terão esta visão belíssima e, se livrarão dos pecados do mundo e andarão como novas criaturas testemunhando o que João Batista viu: “Este é o Filho de Deus” (Jo 1,34)
Todavia, é preciso fazer de um ano que começa uma grande preparação para a vinda gloriosa do Senhor tirando todo pecado do mundo e valorizando a Palavra de Deus como meio mais eficaz para atingir a verdadeira Paz e Prosperidade. Esta mesma Paz e Prosperidade que almejamos viver no céu começam aqui entre nós, isto é, a terra é o onde se começa a viver os frutos do Espírito como prenuncio do que iremos viver na eternidade.
Feliz 2008 pra você e toda a sua família. Seja neste ano um pouco de São João Batista testemunhado que é possível apontar para Jesus e dizer: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo” (Jo 1,29).
Autor: Pe. Fernando Gonçalves