A) ENCARNAÇÃO
Maria entra na história da salvação como mãe do Verbo encarnado, Jesus Cristo, "geradora de Deus". Maria concebe, dá a luz ao Salvador.
A dedicação de Maria a Deus é radical à ação do Pai, ao serviço do Filho, à condução do Espírito Santo, na missão que inclui uma estreita proximidade entre os seres humanos e Deus. A plenitude do amor de Maria por Deus transborda sobre todos os seus filhos. Por Maria, Deus fez grandes coisas em favor da humanidade. É ela a jovem de Nazaré que aceitou colaborar com o Altíssimo, em quem o Espírito Santo realizará a encarnação do Verbo em um embrião humano verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Do Verbo que se torna "carne"; do Logos que se torna Jesus, "nascido de uma mulher". (Gl 4,4).
A encarnação pode ser refletida sob a devoção do Angelus.
"O ANJO DO SENHOR ANUNCIOU A MARIA E ELA CONCEBEU PELA OBRA DO ESPÍRITO SANTO".
Esta obra supera as alianças com a humanidade. Agora Deus dá seu próprio Filho.
No Sim, Maria aceita uma missão: "EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR, FAÇA SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA". Maria se surpreende, mas não impõe condições, sua fé e confiança realizam nela o prodígio anunciado. Concebe e dá a luz o Filho do Altíssimo. Esta fé de Maria é decisiva para a Igreja Missionária que também, por obra do Espírito Santo, gera a vida sobrenatural e faz viver no coração das pessoas.
"E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS". Esse é o resultado da vontade de Deus e do Sim de Maria. Assim, Maria permaneceu vinculada para sempre a Jesus e á sua obra que permanece na obra da redenção e na missão. Maria está ligada ao Filho, missionário do Pai e à Igreja missionária, santa e santificadora, ao longo da história.
A dedicação de Maria a Deus é radical à ação do Pai, ao serviço do Filho, à condução do Espírito Santo, na missão que inclui uma estreita proximidade entre os seres humanos e Deus. A plenitude do amor de Maria por Deus transborda sobre todos os seus filhos. Por Maria, Deus fez grandes coisas em favor da humanidade. É ela a jovem de Nazaré que aceitou colaborar com o Altíssimo, em quem o Espírito Santo realizará a encarnação do Verbo em um embrião humano verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Do Verbo que se torna "carne"; do Logos que se torna Jesus, "nascido de uma mulher". (Gl 4,4).
A encarnação pode ser refletida sob a devoção do Angelus.
"O ANJO DO SENHOR ANUNCIOU A MARIA E ELA CONCEBEU PELA OBRA DO ESPÍRITO SANTO".
Esta obra supera as alianças com a humanidade. Agora Deus dá seu próprio Filho.
No Sim, Maria aceita uma missão: "EIS AQUI A ESCRAVA DO SENHOR, FAÇA SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA". Maria se surpreende, mas não impõe condições, sua fé e confiança realizam nela o prodígio anunciado. Concebe e dá a luz o Filho do Altíssimo. Esta fé de Maria é decisiva para a Igreja Missionária que também, por obra do Espírito Santo, gera a vida sobrenatural e faz viver no coração das pessoas.
"E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS". Esse é o resultado da vontade de Deus e do Sim de Maria. Assim, Maria permaneceu vinculada para sempre a Jesus e á sua obra que permanece na obra da redenção e na missão. Maria está ligada ao Filho, missionário do Pai e à Igreja missionária, santa e santificadora, ao longo da história.
B) VISITAÇÃO
Tendo Jesus passado a viver entre nós, no seio de Maria, união de Mãe e Filho na tarefa de salvar todas as pessoas, a Mãe põe se a caminho para visitar Isabel em longa viagem. Lá chegando, nela começam a manifestar se as "maravilhas de Deus" que o Espírito Santo preparou com a sua graça. Isabel saúda a Mãe daquele em quem habita corporalmente a "Plenitude da Divindade": "BENDITA ÉS TU ENTRE AS MULHERES E BENDITO É O FRUTO DO TEU VENTRE" ( Lc 1,42). Depois acrescentou: "Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar?".
A graça do Espírito Santo havia informado a Isabel sobre a vinda do Salvador ao mundo. João saltou de alegria no seio de sua mãe, ao sentir em Maria a presença de Jesus, ele manifestou a presença do Messias.
Descendentes do Rei Davi, Maria e José foram recensear se em Belém, como fora anunciado pelos Profetas. Em Belém, não havia hospedagem e, batendo de porta em porta, cansados de escutar que não havia lugar para eles, encaminharam se para fora da cidade. Encontraram refúgio numa gruta. E lá nasceu o Filho de Deus, salvador do mundo. Maria envolveu a criança e colocou a numa manjedoura.
O mundo não reconheceu o maior acontecimento da história. Mas Deus olhou mais uma vez para os humildes.
Naquela região havia pastores e o anjo do Senhor anunciou lhes o nascimento de Jesus como o Messias prometido a Israel. "Hoje, na cidade de Davi, nasceu-vos um Salvador que é o Cristo Senhor" (Lc 2,11). Ele é "aquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo", concebido no seio virginal de Maria.
A graça do Espírito Santo havia informado a Isabel sobre a vinda do Salvador ao mundo. João saltou de alegria no seio de sua mãe, ao sentir em Maria a presença de Jesus, ele manifestou a presença do Messias.
Descendentes do Rei Davi, Maria e José foram recensear se em Belém, como fora anunciado pelos Profetas. Em Belém, não havia hospedagem e, batendo de porta em porta, cansados de escutar que não havia lugar para eles, encaminharam se para fora da cidade. Encontraram refúgio numa gruta. E lá nasceu o Filho de Deus, salvador do mundo. Maria envolveu a criança e colocou a numa manjedoura.
O mundo não reconheceu o maior acontecimento da história. Mas Deus olhou mais uma vez para os humildes.
Naquela região havia pastores e o anjo do Senhor anunciou lhes o nascimento de Jesus como o Messias prometido a Israel. "Hoje, na cidade de Davi, nasceu-vos um Salvador que é o Cristo Senhor" (Lc 2,11). Ele é "aquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo", concebido no seio virginal de Maria.
C) VIDA, CRUZ E RESSURREIÇÃO COMO MARIA ACOMPANHOU JESUS...
Como toda boa mãe, Maria acompanha Jesus com o seu coração maternal, com a oração, com o seu pensamento e com atitudes concretas de vida. Ela via Jesus crescendo e se desenvolvendo sob o seu olhar carinhoso de mãe.
Maria vive como mãe, plenamente, a vida de Jesus ao assumir a humanidade, vivendo a mesma história que acontece num processo de evolução e amadurecimento verdadeiramente humana. Este papel de mãe é singular, ao tratar se da mãe de Deus. Como mãe, na condição humana, seu papel corresponde ao acompanhamento do filho na educação e na configuração da personalidade amadurecida do filho. Assim, Maria foi o instrumento que Deus tomou para ajudar a delinear o enunciado de sua própria Palavra que queria pronunciar por meio de seu Filho Jesus.
Maria aceita tudo vindo das mãos de Deus. Ela vêm tudo o plano de Deus.
O coração de Maria se angustia, ao perceber a falta do filho, que estava entre os doutores da lei, pregando em Jerusalém. Ela demonstra sua aflição e alegra se por tê lo encontrado podendo regressar juntos para Nazaré. Jesus ia crescendo sob os cuidados de Maria. Eles viviam como todas as famílias de Nazaré, no seu tempo.
Nas bodas da Caná, junto ao Filho, Maria vai interceder pela necessidade do povo indicando a maneira de pedir ajuda: "Façam tudo o que Ele lhes disser". Ao acontecer o primeiro milagre de Jesus, não só Maria está junto, como foi dela o pedido para que o milagre acontecesse. Pela fé, Maria acreditou sempre no que Deus lhe dizia.
Quando Jesus havia sido condenado à morte Maria saiu em busca de seu Filho. Maria foi acompanhando tudo: as caídas, os golpes, as cuspidas, o despojamento de suas roupas e a crucificação. Ela ouviu Jesus que pedia perdão por nós. "Pai, perdoai lhes porque não sabem o que fazem"!.
Maria uniu se aos sentimentos de seu Filho e perdoou a todos os que haviam maltratado Jesus.
Ele, do alto da cruz, contemplava sua Mãe que era a imagem da dor.
Maria, eis ai o teu Filho! E depois disse ao discípulo João: Eis ai a tua Mãe!.
Foi assim que Jesus confiou sua mãe aos cuidados de João, que representava toda a humanidade que Ele veio salvar.
Jesus, ao dizer essas palavras no alto da cruz, proclamou a Maternidade Espiritual de Maria, que é mãe da humanidade, desde o momento em que recebeu o Redentor do mundo em seu seio.
"Deus, em Cristo reconciliava consigo o mundo".
A Ressurreição de Jesus glorifica o nome do Deus Salvador, pois a partir de agora é o nome de Jesus que manifesta em plenitude o poder supremo do "nome acima de todo nome"!. É em nome de Jesus que os discípulos operam milagres, pois tudo o que pedem ao Pai em seu nome, o Pai lhes concede.
O nome de Jesus está no cerne da oração cristã. A Ave Maria culmina com a elevação do nome daquele que estava no teu ventre: Jesus.
Maria vive como mãe, plenamente, a vida de Jesus ao assumir a humanidade, vivendo a mesma história que acontece num processo de evolução e amadurecimento verdadeiramente humana. Este papel de mãe é singular, ao tratar se da mãe de Deus. Como mãe, na condição humana, seu papel corresponde ao acompanhamento do filho na educação e na configuração da personalidade amadurecida do filho. Assim, Maria foi o instrumento que Deus tomou para ajudar a delinear o enunciado de sua própria Palavra que queria pronunciar por meio de seu Filho Jesus.
Maria aceita tudo vindo das mãos de Deus. Ela vêm tudo o plano de Deus.
O coração de Maria se angustia, ao perceber a falta do filho, que estava entre os doutores da lei, pregando em Jerusalém. Ela demonstra sua aflição e alegra se por tê lo encontrado podendo regressar juntos para Nazaré. Jesus ia crescendo sob os cuidados de Maria. Eles viviam como todas as famílias de Nazaré, no seu tempo.
Nas bodas da Caná, junto ao Filho, Maria vai interceder pela necessidade do povo indicando a maneira de pedir ajuda: "Façam tudo o que Ele lhes disser". Ao acontecer o primeiro milagre de Jesus, não só Maria está junto, como foi dela o pedido para que o milagre acontecesse. Pela fé, Maria acreditou sempre no que Deus lhe dizia.
Quando Jesus havia sido condenado à morte Maria saiu em busca de seu Filho. Maria foi acompanhando tudo: as caídas, os golpes, as cuspidas, o despojamento de suas roupas e a crucificação. Ela ouviu Jesus que pedia perdão por nós. "Pai, perdoai lhes porque não sabem o que fazem"!.
Maria uniu se aos sentimentos de seu Filho e perdoou a todos os que haviam maltratado Jesus.
Ele, do alto da cruz, contemplava sua Mãe que era a imagem da dor.
Maria, eis ai o teu Filho! E depois disse ao discípulo João: Eis ai a tua Mãe!.
Foi assim que Jesus confiou sua mãe aos cuidados de João, que representava toda a humanidade que Ele veio salvar.
Jesus, ao dizer essas palavras no alto da cruz, proclamou a Maternidade Espiritual de Maria, que é mãe da humanidade, desde o momento em que recebeu o Redentor do mundo em seu seio.
"Deus, em Cristo reconciliava consigo o mundo".
A Ressurreição de Jesus glorifica o nome do Deus Salvador, pois a partir de agora é o nome de Jesus que manifesta em plenitude o poder supremo do "nome acima de todo nome"!. É em nome de Jesus que os discípulos operam milagres, pois tudo o que pedem ao Pai em seu nome, o Pai lhes concede.
O nome de Jesus está no cerne da oração cristã. A Ave Maria culmina com a elevação do nome daquele que estava no teu ventre: Jesus.
D) PENTECOSTES
Jesus havia prometido que enviaria o Espírito Santo.
Nessa missão do Espírito Santo, Maria torna se a "Nova Mulher'', "mãe dos viventes", mãe do "Cristo total". É nesta qualidade que ela está presente com os doze, `'com um só coração, assíduos à oração" (At 1,14), na aurora dos "últimos tempos" que o Espírito vai inaugurar na manhã de Pentecostes com a manifestação da Igreja.
No dia de Pentecostes, a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado como Pessoa Divina.
Neste dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir deste dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam da Comunhão da Santíssima Trindade. Pela vinda do Espírito Santo, o mundo entra no tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:
"Vimos a verdadeira luz, recebemos o Espírito Celeste, encontramos verdadeira fé: adoramos a Trindade indívisível, pois foi ela quem nos salvou".
No Pentecostes, Maria recebeu o Espírito Santo e desde então começou a exercer sua ternura maternal para com os Apóstolos e com todos os discípulos que iam se agregando à Igreja nascente; esses discípulos foram os primeiros cristãos que, junto conosco, formamos a Igreja de Jesus Cristo. Maria é a Mãe de todos.
Maria sustentou os primeiros Apóstolos em sua missão, vencendo com eles, as dificuldades do apostolado.
Maria foi Mãe e mestra dos Apóstolos desde há quase dois mil anos e, ainda hoje continua sendo de todos os que querem seguir Jesus.
Nessa missão do Espírito Santo, Maria torna se a "Nova Mulher'', "mãe dos viventes", mãe do "Cristo total". É nesta qualidade que ela está presente com os doze, `'com um só coração, assíduos à oração" (At 1,14), na aurora dos "últimos tempos" que o Espírito vai inaugurar na manhã de Pentecostes com a manifestação da Igreja.
No dia de Pentecostes, a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado como Pessoa Divina.
Neste dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir deste dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam da Comunhão da Santíssima Trindade. Pela vinda do Espírito Santo, o mundo entra no tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:
"Vimos a verdadeira luz, recebemos o Espírito Celeste, encontramos verdadeira fé: adoramos a Trindade indívisível, pois foi ela quem nos salvou".
No Pentecostes, Maria recebeu o Espírito Santo e desde então começou a exercer sua ternura maternal para com os Apóstolos e com todos os discípulos que iam se agregando à Igreja nascente; esses discípulos foram os primeiros cristãos que, junto conosco, formamos a Igreja de Jesus Cristo. Maria é a Mãe de todos.
Maria sustentou os primeiros Apóstolos em sua missão, vencendo com eles, as dificuldades do apostolado.
Maria foi Mãe e mestra dos Apóstolos desde há quase dois mil anos e, ainda hoje continua sendo de todos os que querem seguir Jesus.